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BOLETIM ABEP Nº 3 – NOVEMBRO 2019

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ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENSINO DE PSICOLOGIA

BOLETIM ABEP Nº 3 – NOVEMBRO 2019

 

 

Estimada(o)s Associada(o)s, por meio deste boletim informamos as atividades e ações da ABEP, onde se destacam:

ABEP PARTICIPA DE AUDIÊNCIA PÚBLICA NO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO – CNE

Como é de amplo conhecimento, em 2018, foi realizado um amplo processo nacional de revisão das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) para os Cursos de Graduação em Psicologia, coordenado pela Associação Brasileira de Ensino de Psicologia (ABEP), Conselho Federal de Psicologia (CFP) e Federação Nacional dos Psicólogos (FENAPSI).

Esse processo envolveu profissionais, docentes, coordenadores, discentes de Psicologia, assim como Instituições e Entidades da Psicologia, em 118 Reuniões Preparatórias, 5 Encontros Estaduais, Encontro Nacional e Consulta Pública.

Esse processo, ainda, resultou em uma Minuta de Diretrizes, que foi revisada e aperfeiçoada por representantes das Entidades do Fórum das Entidades Nacionais da Psicologia Brasileira (FENPB), resultando em um documento consistente que representa os princípios e delineamentos construídos coletivamente.

Esse documento foi enviado ao Conselho Nacional de Educação (CNE) e, a partir desse envio, realizamos contatos com os representantes do CNE responsáveis pelo parecer à nossa proposta de diretrizes, para a construção de interlocução e consensos. Como nossos representantes nesse diálogo, foram designados os professores doutores Raquel de Sousa Lobo Guzzo, Irani Tomiatto de Oliveira e Antônio Virgílio Bittencourt Bastos.

A partir desse diálogo e processo de negociação, chegou-se a um documento de consenso, que atende a critérios apontados pelo CNE e preserva os princípios e delineamentos que construímos coletivamente.

Como estabelecido pelo CNE, a proposta de Diretrizes foi para Audiência Pública, no dia 07 de novembro de 2019.  Nesta audiência pública, alguns docentes, coordenadores de curso e estudantes de Psicologia de diferentes Estados brasileiros estiveram presentes, representando um trabalho conjunto, e apontaram de forma sintonizada aspectos que precisavam constar no documento das DCN, e justificando tal necessidade, visando à garantia de parâmetros de qualidade para a formação em Psicologia.

As Coordenações de Curso de Psicologia e Entidades da Psicologia Brasileira preencheram um formulário do CNE, contribuindo para a proposta das DCN da Psicologia. O formulário com contribuições às DCN da Psicologia foi enviado até o dia 29 de novembro de 2019.                

 

NOTA CONJUNTA DA ABEP, CFP E FENAPSI – PSICOLOGIA SE APRENDE COM PRESENÇA!

ead   A ABEP, o CFP e a FENAPSI têm recebido um grande número de pedidos de informação e de manifestações de   preocupação sobre a iminência da abertura de cursos de graduação em Psicologia na modalidade de ensino a   distância (EaD). Entendemos que a proximidade do período em que as instituições de ensino (IES) divulgam seus   cursos para o ano seguinte contribui muito para isso.

  O objetivo, com esta nota, é não só reafirmarmos nosso posicionamento totalmente contrário à graduação em   Psicologia na modalidade EaD, mas divulgar informações importantes sobre a situação atual. Acesse a nota por meio   de: http://www.abepsi.org.br/2019/10/24/psicologia-se-aprende-com-presenca/

 

 

REFLEXÕES SOBRE ENSINO DE PSICOLOGIA A DISTÂNCIA (EAD)

Ângela Soligo
Presidente da ABEP

Como afirmado na nota conjunta “Psicologia se aprende com presença” assinada pela ABEP, CFP e FENAPSI, a construção da identidade profissional, que se espera de um curso de graduação, exige “convivência, contato com as diferenças culturais, teórico-metodológicas, experienciais, entre docentes, estudantes e a comunidade. Exige vivências acadêmicas ricas e múltiplas, em que o espaço da sala de aula complementa-se com os demais espaços universitários, como laboratórios, salas de recursos e de orientação, com participação em grupos de pesquisa e estudo, frequência a eventos de natureza acadêmica, conhecimento da estrutura institucional e representação estudantil, conhecimento e contato com instâncias representativas da categoria, […] os espaços acadêmicos complementam-se com espaços de atuação profissional do psicólogo na comunidade, viabilizando a integração teórico-prática e as experiências reais de atuação durante todo o processo de formação.”

Ou seja, formar um profissional de qualidade exige mais que acesso a conteúdos, a vídeo aulas, a participação em chats ou outras ferramentas, que podem ser coadjuvantes da formação, mas não configuram a formação em si. Essa posição não é meramente opinativa. Ela se apoia em estudos e autores que têm se dedicado à pesquisa das tecnologias na educação, como Nicholas Negroponte, fundador do MIT's Architecture Machine Group, um laboratório do IMT – Massachusetts Institute of Technology, dedicado ao estudo da interação homem-computador, que em 2006, em entrevista ao Jornalista Paulo Brito para a revista acadêmica Jornal dos Jornais, afirmou que a formação em nível de graduação não se restringe a acesso a conteúdos; ela demanda vivência acadêmica, ocupação dos espaços universitários, relação professor-aluno, aluno-aluno, entre outros.

José Armando Valente, docente e pesquisador da Unicamp na área de tecnologias, com relação à formação em EAD, afirma:

As propostas existentes têm prometido o desenvolvimento de habilidades e competências como, por exemplo, autonomia, criatividade, aprender a aprender, que claramente não resistem à mais simples crítica do ponto de vista pedagógico. Está sendo prometido o que não pode ser cumprido! […] É ilusório, para não dizer enganoso, esperar que uma atividade educacional que privilegie a transmissão de informação tenha como produto a construção de conhecimento. Esta construção pode até acontecer, mas ela é mais o produto de um ato de fé do que do trabalho intencional que o educador realiza para propiciar ao aluno condições de construir o conhecimento! Estas ponderações de ordem pedagógica são válidas tanto para os cursos presenciais quanto para os a distância. No caso dos cursos a distância estas questões são exacerbadas pelo fato de existir uma clara distinção entre a ação de transmitir a informação e a necessidade da interação professor-aluno para que haja condição de construção de conhecimento. Esta construção não necessariamente acontece com o aluno isolado – ele diante do material de apoio ou diante de uma tela de computador. Há todo um trabalho, fruto da interação entre o aprendiz e o professor e entre os aprendizes que deve ser realizado para que esta construção aconteça (VALENTE, J. A. Educação a distância no ensino superior: soluções e flexibilizações. Interface – Comunicação, Saúde, Educação, v.7, n.12, fev. 2003, p. 139).

É importante ressaltar que, conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em Psicologia vigentes (2011), as práticas devem acontecer ao longo do curso, nos estágios básicos, e envolver múltiplas possibilidades de experiências.

Por esses motivos, a formação em nível de graduação em Psicologia na modalidade EAD não é compatível com os princípios elencados como condições para a construção da identidade profissional.

Vale lembrar também que por deliberação do Conselho Nacional de Saúde – CNS, a partir de ponderações e estudos que problematizam a formação EAD no campo da Saúde, não são autorizados cursos a distância nas áreas vinculadas à Saúde, e a Psicologia está inserida nesse campo. No caso dos Cursos de Psicologia, há necessidade de autorização prévia do CNS para abertura de cursos.

Muito alegam a necessidade da EAD face à crise das Universidades Públicas. Entendemos que o colapso que se observa atualmente é fruto de uma política de enfraquecimento, restrição orçamentária, dificuldades na reposição de docentes por motivos orçamentários – portanto, o colapso é sistêmico e político. Não está relacionado com a dimensão acadêmica. Há ao contrário intenso empenho dos docentes em manter a qualidade, mesmo nas situações adversas. E cabe uma reflexão: corrige-se um erro cometendo outro? Ao desmonte das universidades públicas, oferece-se uma formação de cuja qualidade não se tem garantias e que tem sido alvo de severos questionamentos acadêmico-pedagógicos?

Não se pode, também, incorrer no equívoco de situar no sujeito individual as justificativas para a oferta de Psicologia em EAD, pois estamos tratando de uma política de formação. Reduzir aos sujeitos, suas características individuais, interesses e demandas específicas, significa ignorar que elas são construídas e permeadas pelas condições concretas de existência e realização. O aporte individualizante é, portanto, equivocado como justificativa para a EAD.

É possível apontar, por outro lado, dados gerais relativos à qualidade da formação oferecida na modalidade a distância, em comparação à modalidade presencial (não em Psicologia, pois não temos no Brasil cursos de graduação em Psicologia EAD). Segundo Carlos Eduardo Bielschowsky (Qualidade na Educação Superior a distância no Brasil: onde estamos, para onde vamos? Revista EAD em Foco, v. 8, 2018), os dados do ENADE de 2015 e 2016 revelam discrepância entre o desempenho dos estudantes dos cursos presenciais e a distância, com menor desempenho registrado para os provenientes dos cursos EAD, discrepância que se mantém mesmo entre cursos presenciais e a distância da mesma instituição. Ou seja, uma mesma instituição que oferece o mesmo curso nas duas modalidades, não tem sido capaz de garantir a mesma qualidade na formação.

Estudo realizado por Wanderléa P. Damásio Maurício indica, a partir dos dados divulgados pela ABED – Associação Brasileira de Educação a Distância, que nos anos 2007 e 2008, os cursos a distância apresentaram uma taxa de evasão de 70%. Partindo das pesquisas registradas nos repositórios da CAPES, IBICT, ABED e UFSC, essa autora buscou as razões para a evasão nos cursos de graduação EAD, assim descritas:

(…) falta de tempo; inadaptabilidade ao modelo, ao Ambiente Virtual de aprendizagem; rotatividade de tutores; carência de um modelo mental do que significa estudar na modalidade a distância; crença de que cursos ofertados a distância requerem menos esforços; desconhecimento da prática da aprendizagem a distância; ausência de interatividade; problemas pessoais; perda de emprego que representa a perda do acesso à internet; desinteresse do tutor em responder em tempo hábil (MAURÍCIO, W.P.D. Evasão e desistência na Educação a Distância: uma problemática em discussão. Anais do XI Congresso Nacional de Educação – EDUCERE, 2013).

Dos fatores apontados, podemos identificar alguns de natureza subjetiva, outros decorrentes do próprio processo educativo na educação básica, mas muitos de natureza sistêmica ou organizativa: rotatividade de tutores, ausência de interatividade, perda de acesso à internet, desinteresse do tutor em responder em tempo hábil. Nota-se que a ausência de interatividade é um problema que afeta os princípios elencados como elementos essenciais para a formação.

Simone Souza, Valdeni Franco e Maria Luisa Costa (Educação a Distância na ótica discente. Educ. Pesqui., São Paulo, v. 42, n.1, p. 99-113, jan./mar., 2016), estudaram as dificuldades da EAD na ótica de estudantes dessa modalidade e apontam, entre outros fatores, as falhas técnicas e a fragilidade das relações entre tutores e estudantes.

Algumas pessoas têm questionado: quais seriam as piores consequências caso tivéssemos formação a distância em Psicologia?

Sobre as consequências negativas da formação em Psicologia a Distância, pensemos nas consequências para as pessoas, instituições e comunidades atendidas por um psicólogo malformado, sem as orientações éticas, técnicas e reflexões que permitam a esse psicólogo repensar seus preconceitos e estabelecer empatia com as pessoas com quem irá trabalhar. Pensemos no que significa um psicólogo que domina algumas técnicas ou teorias, sem o necessário suporte filosófico-reflexivo para problematizá-las a partir da realidade e de princípios éticos norteadores. Um psicólogo que não seja capaz de considerar e respeitar a visão do outro e suas experiências singulares. Podemos correr esse risco?

Entende-se, também, que o mercado de trabalho é cruel na forma como seleciona os profissionais. Ciente da disparidade da qualidade da formação, o mercado tratará desigualmente formados presencialmente e a distância. Essa disparidade não é imaginada ou suposta. Ela já existe, por exemplo, quando se trata de escolher entre um profissional formado em universidades públicas e privadas, com vantagem para os primeiros. Nesse sentido, vale indagar: a EAD atende de fato a um princípio de democratização do ensino superior, ou seguirá alimentando desigualdades?

Além disso, ao aceitarmos a EAD na formação em Psicologia, fomentamos mais uma política de negócios das empresas privadas de grande porte, do que a uma necessidade da população ou da Psicologia. Esse é um fator que não pode ser negligenciado, como aponta o docente-pesquisador da Faculdade de Educação da Unicamp, professor doutor Luiz Carlos de Freitas, ao mostrar que a EAD transformou-se em um grande ramo de negócios para as grandes corporações educativas, voltado não à qualidade, mas ao lucro com as políticas privatistas (https://avaliacaoeducacional.com/2019/10/08/kroton-se-reestrutura-de-olho-na-privatizacao/).

Temos ainda sendo indagados sobre as vantagens de termos docentes plenos em universidades públicas, muitos com dedicação exclusiva, e também docentes em regime de dedicação ou de horas em instituições privadas, com salário fixo, em detrimento de mais profissionais, com salários reduzidos, para uma formação ampliada da Psicologia, por meio da EAD e suas formas de contratação de tutores.

A esse respeito, vale lembrar que, nas instituições públicas, o regime de dedicação impõe não apenas a docência na graduação e na pós-graduação, mas também a pesquisa, a extensão, as atividades administrativas, a produção científica, e esse conjunto extenso de atribuições tem garantido a qualidade da formação em todos os campos do saber, inclusive a Psicologia.

Nas instituições privadas, em muitas delas, os salários muitas vezes inferiores a patamares justos, a excessiva carga horária, as exigências de produtividade, já têm representado ameaça à qualidade, apesar do grande esforço de seus docentes.

Em ambas, os salários não são exatamente altos, são em geral medianos, apenas superiores aos baixos salários praticados em nosso país.

Diante dessa realidade já desafiadora, entendemos que substituir docentes por tutores é precarizar em dois sentidos: tutores são contratados por relações de trabalho frágeis, com direitos restritos, são cobrados por uma exaustiva carga de horas e dedicação e não recebem salários adequados ao que devem desempenhar (lembremos que duas pesquisas acima mencionadas apontam a fragilidade e rotatividade do trabalho dos tutores); em muitos programas EAD, sequer se exige formação específica, apenas domínio das tecnologias. Em segundo lugar, como não se garante a equidade de condições e qualidade nas duas modalidades – presencial e EAD, formaremos profissionais menos qualificados e, portanto, ao mesmo tempo lesando a população com quem temos compromisso ético e profissional.

Enfraquecer as universidades públicas, que são os maiores centros de pesquisa do país, diminuir o número de docentes titulados e qualificados, tanto nas instituições públicas quanto privadas, em que favorece ao desenvolvimento do país? Em que lugar do mundo encontraremos evidências de que o nível da educação superior melhorou por meio da precarização das condições de trabalho docente? Não é necessário procurar muito, não encontraremos evidências que aliem precarização e qualidade.

Ao contrário, usemos como comparação os dados do ranking publicado pelo Center for Internacional Higher Education, do Boston College: no Canadá, referência em qualidade na educação e primeiro colocado no ranking, o salário médio de um professor universitário é de aproximadamente 7.200 dólares. A Índia, país considerado emergente como o nosso e que se tem destacado mundialmente no desenvolvimento de tecnologias de informação, aparece em 4º lugar no ranking, com salário médio de 6.000 dólares. O Brasil localiza-se no 18º lugar, com salário médio de 3.200 dólares (https://www.revistaensinosuperior.gr.unicamp.br/notas/canada-e-o-pais-que-melhor-paga-professores-universitarios-brasil-e-o-18). Parece, portanto, que se queremos melhorar a educação superior brasileira, não será por meio da precarização do trabalho e redução de investimentos.

Ainda a respeito do trabalho do docente de Psicologia, somos indagados sobre a oposição atuação profissional – desejada versus atuação docente – indesejada, em uma perspectiva que denuncia a crença de que o docente do ensino superior opta por esse trabalho por falta de opções e, portanto, é um psicólogo frustrado. O estudo de Vera Lúcia Trevisan de Souza aponta dificuldades na construção da identidade do docente em Psicologia, muitas delas advindas da imagem e tradição clínica da Psicologia, bem como a complementariedade do trabalho docente a outras atividades, ao mesmo tempo em que revela a importância da pesquisa e da interação como fatores favorecedores da construção dessa identidade. Em nenhum momento o estudo retrata a condição de frustração, mas sim um processo constante de construção dessa identidade, que se processa no contexto das condições concretas de trabalho (SOUZA, V.L.T. A constituição identitária do professor de Psicologia: quem forma o formador? Psicol. Ensino e Form. [online], vol.5, n.1, 2014, p. 64-82)

Nesse sentido, vale indagar: em que docentes de Psicologia diferem dos docentes em outras áreas, em termos das dificuldades e obstáculos que enfrentam no ensino superior? Suas possíveis frustrações seriam produzidas por desejos profissionais não realizados ou pelas condições adversas de trabalho? Em nossa perspectiva, o docente de psicologia não é, portanto, um psicólogo frustrado, mas alguém que assume a importante tarefa do ensino, pesquisa, extensão, comprometido com a formação em Psicologia.

Por fim, como entidade que defende a Psicologia, as/os psicólogos, as e os docentes e estudantes de Psicologia, que se importa e implica com as pessoas, instituições, comunidades por e para quem formamos e trabalhamos, nossa opção ética é a defesa da qualidade e da seriedade da formação. Essa defesa impõe, portanto, a luta pela formação presencial.

 

ATIVIDADES DA ABEP EM NOVEMBRO DE 2019

Diretores da ABEP participam do XX Encontro Nacional da ABRAPSO

Diretores da ABEP participaram do XX Encontro Nacional da ABRAPSO que ocorreu entre os 13 e 16 de novembro de 2019, na PUC de São Paulo, com o tema “A Psicologia social frente aos autoritarismos, polarização social e crise sistêmica do capitalismo: em defesa da democracia e da emancipação humana”. Neste Encontro Nacional foi realizado um Fórum da ABEP com a participação de docentes e psicólogos interessados nos aspectos relativos às DCN da Psicologia, no diálogo com os núcleos da ABEP, no ensino de Psicologia em EaD, e numa aproximação com a Articulação Nacional de Psicólogas(os) Negras(os) e Pesquisadoras(es) – ANPSINEP – que realizará um encontro em 2020.

 

ATIVIDADES DOS NÚCLEOS REGIONAIS DA ABEP

  Este espaço do BOLETIM ABEP é dedicado às atividades dos Núcleos Regionais da ABEP que estão distribuídos nos diversos Estados do país. Se você tem uma notícia que ocorreu regionalmente e queira compartilhar, encaminhe para abep@abepsi.org.br
   Os Núcleos Regionais da ABEP são o espaço de referência para dúvidas e eventos relativos ao Ensino de Psicologia no Estado. Saiba quais são os Núcleos Regionais da ABEP acessando: http://www.abepsi.org.br/o-que-e-abep/nucleos/

 

Encontro Regional do Núcleo da ABEP/São Paulo Metropolitano

No dia 23 de novembro de 2019 ocorreu o 5º Encontro do Núcleo regional da ABEP/ São Paulo Metropolitano com o tema “Psicologia se aprende com presença” que foi realizado na UNIP – Campus Paraíso, em São Paulo – SP. Este encontro contou com a presença da colaboradora da diretoria da ABEP, Profa. Dra. Irani Tomiatto de Oliveira, que proferiu uma Conferência com o tema “Psicologia se aprende com presença e um panorama sobre as DCN para os cursos de Graduação de Psicologia”. Na programação deste encontro houve uma Assembleia de eleição para a nova gestão 2019-2021 do Núcleo regional da ABEP/São Paulo Metropolitano.

 

Encontro articulado entre o Núcleo ABEP Campinas e CRP SP – Sub-sede Campinas

No dia 26 de novembro de 2019 foi realizado na Sub-sede Campinas do CRP-SP o Encontro para atualização e discussão do andamento do processo de revisão das diretrizes, com coordenadoras de Curso de Psicologia da Região, e com representação do CRP-Sub-sede e da presidenta da ABEP, Ângela Soligo. Foram discutidas dúvidas, apresentadas reflexões sobre a minuta enviada pelo CNE para consulta pública e encaminhadas sugestões para acompanhamento do processo.

 

EVENTOS DA FORMAÇÃO EM PSICOLOGIA

VIII Congresso Latino-Americano de Psicologia

O VIII Congresso Latino-Americano de Psicologia será realizado de 25 a 27 de junho de 2020, como o tema: “Fortalecendo o Compromisso da Psicologia Latino-americana com Bem Estar Social”. Este congresso ocorrerá na Ciudad del Este – Paraguai, na Facultad de Filosofía, Universidad Nacional del Este (UNE). O congresso tem como eixos: Políticas públicas, movimentos sociais e problemas atuais; Violência e construção da subjetividade; Construção de conhecimento em psicologia latino-americana; Relações pessoas X trabalho: tendências regionais; e, Promoção e compromisso da Psicologia na busca pelo bem-estar social.
As inscrições podem ser realizadas em: http://ulapsi.org/web/congreso2020/

 

 

 FIQUE EM DIA COM A ABEP

A Associação Brasileira de Ensino de Psicologia – ABEP tem como foco institucional refletir, desenvolver e aprimorar a formação em Psicologia no Brasil. A ABEP atua em várias frentes e atividades políticas comprometidas com a formação em Psicologia implicadas com a realidade social do país e vinculadas à ética e ao exercício da cidadania. Em 2018 a ABEP trabalhou ativamente no processo de revisão das Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Psicologia e agora está envolvida com sua aprovação pelas instâncias competentes.

Para a existência da ABEP e realização do nosso trabalho, contamos com a colaboração e apoio financeiro de nossos associados, por meio do pagamento das anuidades. Almejando regularizar a situação dos associados que ainda não quitaram suas anuidades de 2018 e 2019, lançamos a campanha FIQUE EM DIA COM A ABEP.

Os associados que não quitaram sua anuidade de 2018 terão 50% de desconto e as anuidades 2019 em aberto não terão nenhuma multa ou valor adicional (desde que seja efetuado o pagamento das duas anuidades até 28/02/2020). A Diretoria da ABEP também informa que serão perdoadas as anuidades em aberto anteriores a 2018.

Para os associados com anuidades em dia, que quiserem aproveitar e quitar sua anuidade de 2020 antecipadamente, manteremos o valor de 2019.

 

O pagamento poderá ser realizado via depósito bancário na conta da ABEP:

Banco Santander
Agência: 1978
C/C: 01000256-1
CPF: 263.125.788-01
Titular: Fernanda de Lourdes Freitas (Tesoureira da ABEP)

Após o depósito, você deverá enviar o comprovante para a Secretaria da ABEP, através do e-mail abep@abepsi.org.br

Confira os valores de anuidade por categoria

Para pagamentos até 28/02/2020):
Associação Estudantil: R$ 80,00
Associação Profissional: R$ 170,00
Associação Institucional: R$ 400,00

Para pagamentos a partir de 01/03/2020:
Associação Estudantil: R$ 85,00
Associação Profissional: R$ 190,00
Associação Institucional: R$ 450,00

 

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Caros associados, em breve entraremos em contato novamente com novas informações relevantes à formação e ao ensino de Psicologia. Contamos com vocês Para Cuidar da Formação! http://silvialane.abepsi.org.br/silvialane/socio/

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